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A história da língua inglesa: evolução ao longo das eras

POR
DANIEL CASDEN

A história da língua inglesa é uma jornada fascinante que se estende por mais de um milênio, sendo marcada por uma série de influências culturais, invasões, conquistas e evoluções linguísticas. O inglês moderno, com suas variedades regionais e suas influências globais, é o resultado de um processo complexo e dinâmico.

Neste artigo, exploraremos a rica história da língua inglesa, desde suas origens germânicas até sua posição como uma das línguas mais influentes do mundo. Acompanhe com a gente esse passeio pela história!

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A história da língua inglesa: as origens germânicas

A história da língua inglesa começa com as tribos germânicas que migraram para a Grã-Bretanha no início do primeiro milênio depois de Cristo.

No início do primeiro milênio depois de Cristo, uma série de tribos germânicas atravessou o Mar do Norte em direção à ilha da Grã-Bretanha. Entre essas tribos, destacam-se os anglos, saxões e jutos, cada uma trazendo consigo suas línguas distintas.

O inglês antigo, que se desenvolveu a partir dessas línguas germânicas, é notável por sua riqueza e flexibilidade. Era uma língua que refletia as complexidades da sociedade da época, com várias camadas de influências linguísticas.

No entanto, ao contrário do inglês moderno, o inglês antigo possuía uma gramática mais inflexível e estruturada, o que o tornava um desafio linguístico diferente para os falantes nativos da atualidade.

Influência viking e normanda

No início do segundo milênio, a Inglaterra passou por uma série de influências linguísticas que moldaram profundamente o desenvolvimento do idioma inglês.

A primeira grande influência veio com a invasão dos vikings, a partir do final do século VIII. Os vikings eram nórdicos que traziam consigo uma língua conhecida como nórdico antigo. Eles estabeleceram assentamentos em várias regiões da Inglaterra - incluindo o famoso Danelaw - e, ao fazer isso, contribuíram significativamente para o enriquecimento do vocabulário inglês.

Palavras do nórdico antigo foram gradualmente incorporadas ao inglês vernáculo, dando origem a uma linguagem mais diversificada e rica.

Essas palavras, muitas delas relacionadas a aspectos da vida cotidiana, navegação e atividades agrícolas, ainda podem ser encontradas em nosso vocabulário moderno. Esse enriquecimento linguístico foi uma das primeiras etapas na evolução do inglês moderno.

Mas a influência viking foi apenas o começo. A conquista normanda em 1066, liderada por Guilherme, o Conquistador, trouxe uma nova camada de influência linguística para a Inglaterra.

Os normandos eram descendentes dos vikings, mas haviam adotado o latim como parte de sua cultura, o que trouxe influências latinas para a língua inglesa. Com a conquista normanda, o francês normando foi estabelecido como a língua da corte e da elite, enquanto o inglês vernáculo permaneceu a língua falada pelo povo comum.

Isso resultou em uma sociedade inglesa estratificada, onde o inglês era a língua das pessoas comuns, enquanto o francês normando era usado em contextos formais e administrativos.

Essa dualidade linguística enriqueceu ainda mais o inglês, já que muitas palavras e expressões em francês, normando e latim foram incorporadas à língua inglesa. Essa mistura de influências viking, normanda e latina desempenhou um papel fundamental na formação da língua inglesa moderna.

A evolução do inglês médio

À medida que os séculos avançaram, as influências normandas diminuíram e o inglês médio começou a emergir como uma língua unificada. Isso se deve, em parte, à crescente necessidade de comunicação entre as classes sociais e a convergência gradual de dialetos locais em uma forma mais padronizada de inglês.

Esse processo de unificação foi ajudado por eventos históricos, como a Magna Carta de 1215, que estabeleceu um precedente para a língua inglesa no governo e na lei.

Durante o período do inglês médio, muitas palavras e expressões do latim foram incorporadas à língua, frequentemente através do francês.

Isso ocorreu devido à influência da Igreja Católica - que usava o latim como língua litúrgica - e também devido ao contato com o francês nas esferas da educação e da cultura. Esse influxo de palavras latinas enriqueceu o vocabulário do inglês médio e contribuiu para a complexidade e diversidade da língua.

Um dos marcos mais importantes da literatura em inglês médio é a obra de Geoffrey Chaucer, "Os Contos de Canterbury." Chaucer é frequentemente chamado de "Pai da Poesia em Inglês" e sua obra é um exemplo notável do inglês médio.

"Os Contos de Canterbury" não apenas demonstram a maestria linguística de Chaucer como também oferecem uma janela fascinante para a vida e as tradições da época. A obra é uma peça-chave na história literária da língua inglesa, pois ajudou a estabelecer o inglês como uma língua literária respeitável.

A renascença e a padronização

A Renascença, um período de intensa atividade cultural e intelectual que ocorreu principalmente entre os séculos XIV e XVI na Europa, desempenhou um papel crucial na evolução e padronização da língua inglesa.

Durante esse período, a língua inglesa passou por uma transformação notável, impulsionada por uma série de fatores que contribuíram para o seu crescimento e consolidação como uma língua moderna e coesa.

Um dos desenvolvimentos mais marcantes foi o florescimento da literatura inglesa, com figuras notáveis como William Shakespeare e John Milton. As obras de Shakespeare, em particular, desempenharam um papel fundamental na fixação de muitos aspectos da gramática e do vocabulário da língua inglesa.

Seus dramas e sonetos são verdadeiras obras-primas literárias que não apenas enriqueceram o léxico da língua, mas também influenciaram a maneira como as palavras eram usadas e pronunciadas.

Outro marco importante na padronização do inglês foi a criação da Bíblia do Rei Tiago (King James Bible) no início do século XVII. Esta tradução da Bíblia para o inglês tornou o texto sagrado mais acessível ao público em geral e desempenhou um papel crucial na unificação da língua, já que a versão autorizada era amplamente adotada em todo o mundo de língua inglesa.

A expansão global do inglês

A expansão global do inglês a partir do século XVII se dá, em grande parte, à ascensão e expansão do Império Britânico, que não apenas consolidou o domínio político e econômico britânico em diversas partes do mundo como também implantou as sementes do idioma inglês em terras distantes.

A colonização desempenhou um papel fundamental nesse processo. Os britânicos estabeleceram colônias em várias regiões do mundo, incluindo as Américas, o Caribe, partes da África, Ásia e Oceania.

Nessas colônias, o inglês se tornou a língua de governo, educação e comércio, estabelecendo uma base sólida para a sua difusão. Isso impulsionou o crescimento do inglês como língua franca e também o transformou em um veículo essencial de comunicação em contextos internacionais.

Além disso, o comércio desempenhou um papel significativo na disseminação do inglês. A expansão das rotas comerciais britânicas pelo mundo tornou o inglês uma língua de negócios global. Empresários e comerciantes que lidavam com os britânicos frequentemente precisavam aprender inglês para facilitar as transações, criando assim uma demanda orgânica pela língua.

O inglês moderno

Uma das características mais distintivas do inglês moderno é a simplificação gramatical. A língua passou por uma simplificação de suas estruturas sintáticas e gramaticais, tornando-se mais acessível e fácil de aprender para uma população mais ampla.

A complexidade do inglês medieval, com suas declinações e concordâncias, foi gradualmente substituída por uma gramática mais simples e direta, facilitando a comunicação e a compreensão.

No entanto, ao mesmo tempo em que o inglês simplificava suas regras gramaticais, ele se expandia de maneira notável no que diz respeito ao vocabulário. A Revolução Industrial trouxe consigo uma explosão de novos termos e conceitos, à medida que novas invenções e tecnologias surgiam.

O inglês demonstrou uma notável flexibilidade em incorporar essas palavras novas, muitas vezes emprestadas de outras línguas ou criadas a partir de raízes existentes. Isso contribuiu para a riqueza e versatilidade do idioma, tornando-o apto para descrever os avanços tecnológicos e científicos da época.

Essa combinação de simplificação gramatical e expansão vocabular permitiu ao inglês moderno se tornar uma língua globalmente influente e altamente adaptável.

Sua capacidade de absorver novas palavras e conceitos de diferentes campos do conhecimento, bem como sua facilidade de uso, o tornou a língua de escolha para a comunicação internacional, com uma presença dominante na ciência, tecnologia, comércio e cultura global.

Obrigado por ler esta postagem

Como vimos, a história da língua inglesa é uma narrativa de mudanças, adaptações e influências ao longo dos séculos. Do inglês antigo à sua posição como uma das línguas mais faladas do mundo, o inglês é verdadeiramente uma língua em constante evolução.

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Daniel Casden

Daniel Casden é o coordenador da Nativ Inglês e fundador da abordagem “Nativ Inglês” para ensino da língua inglesa. Americano, mudou-se para o Brasil para morar com sua esposa brasileira; porém, após lecionar em cursos de inglês com currículos rígidos e obsoletos, optou por fundar sua própria escola. Atualmente, soma dez anos de experiência em ensinar inglês de forma intuitiva, prática e centrada no aluno.

Tendo vivido em diversos países e diferentes experiências profissionais,...

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